Preso após uma fuga que durou cerca de 48 horas, Jorlan Lopes da Silva, de 33 anos, é investigado por pelo menos 16 homicídios na Paraíba. Durante o depoimento, ele afirmou à Polícia Civil ter matado cerca de 80 pessoas, mas a quantidade ainda não foi confirmada pelos investigadores.
Para tentar escapar, Jorlan teria usado vestido, peruca, sandálias femininas, óculos escuros e unhas pintadas. Ele também carregava uma criança de aproximadamente dois anos, que, conforme a polícia, não era sua parente. Uma tatuagem ajudou os agentes a identificá-lo durante a fuga.
A investigação aponta a participação do suspeito em um duplo homicídio de comerciantes ocorrido em 1º de agosto, em Rio Tinto. Jorlan também teria indicado aos policiais o local onde o corpo de uma jovem estava enterrado. A Polícia Civil apura ainda uma possível ligação dele com uma facção criminosa que atua na Paraíba.
Depois da prisão, Jorlan passou por audiência de custódia e foi levado para a Penitenciária Desembargador Sílvio Porto, em João Pessoa. A Polícia Civil continua investigando outros possíveis homicídios e tenta confirmar, por meio de provas, a declaração de que ele teria matado cerca de 80 pessoas.






