Ezenilson Silva de Sousa, de 43 anos, falou com a imprensa em Manaus hoje, pouco antes de entrar no camburão da polícia. Preso pelas mortes de três pessoas no São Jorge, ele disse que está arrependido.
“Me arrependo muito, queria pedir perdão, foi um momento de loucura”. Apesar de dizer que foi momento, ele matou Francisco das Chagas Moraes Santos, de 67 anos; a filha dele, Isabella Coelho Moraes, de 29 anos; e o professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Guilherme Pereira Lima Filho, de 66 anos.
A dona da casa, Dilma Cilene Lima Sampaio, de 54 anos, foi ferida e atendida, seguindo internada. Devendo cerca de R$ 19 mil aos agiotas, levou um cofre com R$ 900 e mais quatro celulares. Disse para os repórteres que precisa “se reestabelecer financeiramente”.
O delegado Ricardo Cunha, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), disse que o assassino confesso martelou as vítimas dentro da casa. “Ele confessou sem esboçar nem um pingo de arrependimento”.






