Um investigador da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) foi afastado das atividades operacionais após suspeitas de envolvimento em irregularidades dentro de uma carceragem em Manaus. Enoque Galvão é investigado por supostamente facilitar a entrada de uma pessoa não autorizada no local onde o irmão dele, o professor de jiu-jitsu Melqui Galvão, estava preso.
A apuração começou depois que a corporação identificou indícios de que Melqui teria feito uma videochamada de dentro da cela. A suspeita levantou a possibilidade de entrada ilegal de celular na unidade prisional, o que motivou uma investigação interna da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).
Durante as diligências, equipes da polícia realizaram inspeções na carceragem no dia 2 de maio. Dois dias depois, uma nova vistoria foi feita com acompanhamento do Ministério Público. Segundo a corporação, os levantamentos apontaram indícios de participação do servidor no acesso irregular de terceiros ao local.
Além do afastamento cautelar, Enoque Galvão também irá responder a procedimentos administrativos disciplinares conduzidos pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).




