A Justiça do Amazonas decidiu bloquear as contas do Sindicato dos Professores e descontar o salário de quem estiver em greve na rede estadual do Amazonas.
O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) defende que os professores voltem para as salas de aula. Eles não aceitaram a proposta de reajuste de 14% do Governo do Amazonas.
A desembargadora Joana dos Santos Meirelles é quem assina o bloqueio e os descontos. O documento aponta “irrelevante a legalidade do movimento grevista”, citando que ocorre “incidência de multa por violação à dignidade da Justiça”.
O sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) teve R$ 210 mil bloqueados da conta. Ela ainda ,arcou uma reunião de conciliação entre as partes no Gabinete da Vice-Presidência do TJAM.