O delegado que cuida do caso do assassinato de Rafael Souza, funcionário do Conjunto Tocantins morto na semana passada em Manaus, contesta a versão do suspeito Eduardo Klein.
Ele alega transtornos mentais e legítima defesa. “O Eduardo confessou o crime com riqueza de detalhes, alegando que se sentia ameaçado pelo funcionário, mas essa versão diverge totalmente do que foi apurado no inquérito policial”, afirmou Ricardo Cunha.
Eduardo tinha mais de 30 denúncias por brigas no conjunto. “O que a polícia está apurando é um homicídio qualificado”, diz o delegado. Ambos brigaram no dia anterior ao crime.
No dia da morte do funcionário, o suspeitou puxou a faca e o matou a sangue frio.
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