Primeira manauara no Big Brother Brasil, em 2009, a ex-participante Milena Fagundes usou suas redes sociais para manifestar insatisfação com a representação do Amazonas na edição atual do programa. A crítica foi direcionada à entrada da paraense Marciele Albuquerque, eleita pelo público no último domingo (11) com 54,55% dos votos.
Natural de Juruti (PA), Marciele vive em Manaus há 15 anos e mantém fortes vínculos com a capital amazonense, além de ser cunhã-poranga do boi Caprichoso, de Parintins. No entanto, para Milena, a decisão do público local de votar em alguém que não nasceu no estado é discutível. Para ela, o certo seria ter entrado Lívia Christina, que é parintinense.
“Agora são 6 mulheres do Pará contra 4 mulheres do Amazonas no BBB. Desperdiçamos a chance de empatar esse placar com a escolha da casa de vidro”, afirmou a ex-sister.
Milena foi enfática ao afirmar que Marciele não a representa. Apesar de desejar sucesso à nova participante, declarou que sua torcida oficial permanece com Brígido, outro nortista, natural de Manaus.
“E isso não é nada pessoal contra a Marciele. Eu desejo que ela tenha uma trajetória linda, que brilhe, que aproveite essa oportunidade e que represente bem quem se vê nela. Mas não seria coerente da minha parte fingir uma torcida que eu não sinto, depois de tudo que vivi e de tudo que já representei”, justificou.
Em sua manifestação, Milena também revisitou antigas frustrações. Ela relembrou sua participação no reality, há 17 anos, afirmando nunca ter sentido que seu estado a valorizou como representante da região. “Deveríamos valorizar quem é da nossa terra”, completou.
Marciele Albuquerque garantiu sua vaga no programa após vencer a dinâmica da “Casa de Vidro”. Lívia, no entanto, agora está em outra dinâmica, o Quarto Branco, e ainda tem chance de entrar.


