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Presença de Bolsonaro na ‘Papudinha’ causa realocação de advogada conhecida como ‘advogata’

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A rotina da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, popularmente chamada de ‘Papudinha’, teve uma mudança logística incomum nesta semana. Para viabilizar a acomodação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), detido na mesma ala, a advogada Jéssica Castro de Carvalho, de 30 anos, foi transferida de sua cela original.

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Jéssica, que nas redes sociais se autointitulava “advogata” e possuía milhares de seguidores, está em prisão preventiva desde novembro de 2025. Seu perfil digital exibia uma vida dupla: ela se apresentava como uma profissional com sete especializações ao mesmo tempo em que compartilhava registros de sua rotina em delegacias, eventos religiosos e sua participação como atleta em competições de fisiculturismo.

Essa trajetória foi interrompida quando a advogada foi flagrada transportando drogas, armas de fogo de uso restrito e munições em seu carro particular. As investigações apontam que ela mantém um relacionamento amoroso com um integrante da facção criminosa Comboio do Cão (CDC), organização de alta periculosidade atuante no Distrito Federal.

Com a chegada do ex-presidente, Jéssica não foi levada ao pavilhão comum, mas sim realocada para outra cela reservada a advogadas dentro da unidade. A mudança a colocou em um setor considerado o “corredor das autoridades”, onde agora é vizinha de figuras centrais de investigações recentes, como Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A operação de realocação seguiu protocolos de segurança específicos para custodiados que possuem prerrogativas de Estado ou status profissional diferenciado, visando garantir a integridade de todos os envolvidos.

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