Sete pessoas são presas com mais de 3 toneladas de drogas avaliadas em R$ 36 milhões

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A operação foi realizada em Manaus e no município de Santa Isabel do Rio Negro e segundo a polícia, dentre os presos está o chefe do grupo e dona de toda droga apreendida.

Ao longo de sexta-feira (07) e sábado (08), equipes do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), deflagraram a Operação Double Tap, que resultou nas prisões de sete integrantes de uma organização criminosa e na apreensão de mais de 3 toneladas de substâncias entorpecentes, além de carros, embarcações e dinheiro em espécie, causando prejuízo estimado em R$ 36 milhões ao narcotráfico.

A operação foi deflagrada em Manaus e no município de Santa Isabel do Rio Negro (distante 630 quilômetros da capital). De acordo com a delegada-geral da PC-AM, Emília Ferraz, com as apreensões deste fim de semana, o prejuízo para o crime é de R$ 36 milhões. A ação de ciclo completo resultou na eliminação de toda a cadeia criminosa, inclusive com a prisão do chefe do grupo, conhecido como “DS”.

Conforme o delegado Rafael Allemand, diretor do DRCO, as investigações em torno do caso ocorreram durante um mês e meio. No dia 31 de dezembro de 2021, os policiais já haviam apreendido meia tonelada de substância entorpecente em Manaus, em ação que já constituía uma fase da Double Tap, porém os trabalhos continuaram.

“Na madrugada de sexta-feira, nós nos deslocamos até Santa Isabel do Rio Negro, onde conseguimos localizar em um sítio uma parte da droga, e prendemos o dono do material, as pessoas responsáveis pelo transporte e logística da droga e quem iria armazená-la aqui em Manaus. Identificamos a rota, a embarcação e esperamos o momento certo para que nós pudéssemos deflagrar a ação”, detalhou Allemand.

O diretor do DRCO relatou que a outra parte do material ilícito foi localizada em um sítio situado nas margens do rio Negro, próximo à Marina do Davi, bairro Ponta Negra, zona oeste da capital. Também foram apreendidos carros, embarcações e R$ 35 mil em espécie.

A autoridade policial relatou que não houve participação de policial civil no fato criminoso, mas sim de um motorista terceirizado, e todos os procedimentos foram tomados. “As diligências em torno do caso devem continuar para averiguar para onde a droga seria remetida, bem como descobrir se há outras pessoas envolvidas na ação criminosa”, afirmou o diretor do DRCO.

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