Sargento do exército foi morto por manter caso extraconjugal com esposa do dono do supermercado Vitória

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Segundo a polícia, o sargento, que também era casado, mantinha um caso com a esposa do dono do Vitória e também recebia dinheiro de desvios do supermercado

A Polícia Civil do Amazonas revelou nesta terça-feira (21) detalhes sobre a motivação do assassinato do sargento do Exército, Lucas Ramon Silva, que tinha 29 anos e foi morto dentro da cafeteria dele, no bairro Praça 14 de Novembro, zona Sul da capital. Segundo a polícia o motivo foi um relacionamento extraconjugal que o militar tinha com a esposa do dono da rede de supermercados Vitória, Jordana Azevedo Freire.

De acordo com a delegada Marna de Miranda, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), além de manter o relacionamento amoroso com o sargento, Jordana também desviava dinheiro do supermercado para Lucas, que era casado com a filha do dono do hospital Santa Júlia.

O militar teria conhecido Jordana em 2020, quando ele começou a prestar serviços gráficos para a empresa dela e do marido, Joabson Agostinho Gomes. No entanto, após alguns meses Joabson se afastou dos contados com Lucas e Jordana passou a fazê-lo com mais frequência. A aproximação levou Lucas e Jordana a iniciar o relacionamento extraconjugal.

“No decorrer das investigações, nós chegamos a esta conclusão que, inclusive, está comprovada nos autos. Houve o relacionamento extraconjugal, e Lucas Ramon passou a ser ameaçado por Joabson”, conta a delegada.

Porém, além do relacionamento amoroso, Lucas passou também a receber grandes quantias de dinheiro da amante, que era fruto de desvios que ela fazia do supermercado. Ao descobrir a dupla traição, Joabson teria planejado a morte do militar.

Lucas morreu dentro do estabelecimento comercial dele, no dia 1º de setembro. O autor dos disparos ainda não foi preso, bem como o casal Joabson e Jordana, que seguem foragidos da Justiça.

Foragidos da Justiça

Nesta terça, as equipes da DEHS iniciaram as diligências para cumprir o mandado de prisão temporária do casal, porém, não obtiveram êxito. Sendo assim, foi representado à Justiça pela prisão preventiva deles.

“Eles saíram de casa ontem à noite, e hoje fomos recebidos no imóvel deles por advogados. Durante a ação policial, o gerente de um dos supermercados foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. A arma inclusive seria roubada”, relatou Marna.

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