Funcionário de hospital confessa que abusava sexualmente de cadáveres, incluindo crianças

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Ele confessou ter abusado sexualmente de pelo menos 100 cadáveres do sexo feminino, além de ter matado duas mulheres.

Um caso de abuso sexual em cadáveres e assassinatos está chamando atenção de todo mundo. O funcionário de um hospital da Inglaterra admitiu ter assassinado pelo menos duas mulheres e abusado sexualmente de mais cem cadáveres femininos, incluindo crianças. Ele cuidava da manutenção elétrica nos hospitais.

David Fuller, de 67 anos, confessou os crimes de assassinato, ocorridos em 1987. O criminoso estava preso e foi a julgamento. Somente no quarto dia ele admitiu ser autor das duas mortes. Até então, ele alegava que tinha problemas mentais. Já os crimes contra os cadáveres, há registros entre 2008 e novembro de 2020. Ele foi preso em dezembro do mesmo ano.

Em seu depoimento no tribunal, ele também confessou ter abusado sexualmente de corpos de mulheres mortas em dois hospitais durante 12 anos, o que chocou a todos. Este é o caso mais grave de necrofilia da história da Inglaterra. A data para audiência para a comunicação da sentença dele ainda não foi definida.

Longa investigação

Os investigadores que estão à frente deste caso disseram que a identificação de Fuller foi possível através de testes de DNA. A saliva e outras amostras de seu DNA foram encontrados na roupa de cama, toalha e amostras colhidas nas partes íntimas das vítimas.

Na época que foi preso, foram encontrados na casa dele imagens de crianças e outros tipos de pornografia contidas em DVDs, disquetes e cartões de memória.

Dentre as imagens, os policiais encontraram vídeos gravados pelo próprio Fuller abusando de cadáveres do sexo feminino nos necrotérios dos hospitais. Em pastas, algumas vítimas, dentre elas crianças, eram identificadas pelos nomes. Estes teriam ocorrido entre 2008 e novembro de 2020.

Vinte vítimas que aparecem nesses vídeos ainda não foram identificadas.

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