Dias antes de ser presa, coordenadora do Cras Alvorada ganhou diploma de Honra ao Mérito da CMM

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A homenagem aconteceu na última sexta-feira (13) em comemoração ao Dia da Assistente Social no dia 15 de maio. Railssa Aguiar de Almeida, até então, era coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro Alvorada. Ela foi presa na última terça-feira (17) junto com o marido, em razão condenatória por tráfico de drogas.

Railssa foi uma das homenageadas com o diploma de Honra ao Mérito na Câmara Municipal de Manaus, de autoria do vereador  Eduardo Assis (Avante).

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Entenda o Caso

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 10º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em ação conjunta com as equipes da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) centro-sul, cumpriu, na tarde de terça-feira (17/05), por volta das 16h30, mandado de prisão em razão de sentença condenatória em nome de Railssa Aguiar de Almeida, 46, e Vanderley Rodrigues Alves, 48, por tráfico de drogas.

De acordo com o delegado Jander Mafra, titular da unidade policial, antes do cumprimento do mandado, a dupla já havia sido presa em flagrante pelo mesmo crime no ano de 2007.

“Naquele ano, eles foram presos no momento em que iam fazer uma entrega de drogas a uma tripulante de uma embarcação. Na ocasião, foram apreendidos quatro pacotes de cocaína”, disse o delegado.

Foto: Divulgação

Mafra explicou que Railssa e Vanderley estavam respondendo ao processo em liberdade. Após os policiais tomarem conhecimento da decisão judicial em nome do casal, iniciaram as diligências para cumprir o mandado.

“Em posse do mandado, juntamente com a DECCM centro-sul, conseguimos prender Railssa em seu local de trabalho e, em seguida, efetuamos a prisão de Vanderley, em sua residência, no bairro Alvorada, zona centro-oeste”, contou o titular.

Decisão judicial – O mandado de prisão foi expedido no dia 13 de abril deste ano, pela 3ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (Vecute).

Procedimentos – Railssa cumprirá 5 anos e 3 meses, e Vanderley, 6 anos e 9 meses de prisão, ambos em regime fechado. Eles foram conduzidos a uma unidade prisional de Manaus.

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