Caso Silvanilde: Vigilante disse à esposa que sangue era machucado; família dele não sabia do crime

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Além de Kaio Claudino de Souza, de 25 anos, ter sido visto sozinho e andando diversas vezes de forma nervosa e aparentando estar sob efeito de drogas pelos elevadores do condomínio Gran Vista, onde a servidora Silvenilde Veiga, de 58 anos, morava e foi morta, outro fato chamou a atenção da Polícia Civil. De acordo com as investigações da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), câmeras flagraram o vigilante com uma marca de sangue no cotovelo.

A servidora levou cerca de 12 facadas na área do pescoço e Kaio, segundo a DEHS e conforme imagens mostram, estava com uma mancha de sangue no cotovelo. Após o crime, ele foi para casa e ao ser questionado pela esposa, disse que havia se machucado no ônibus. Ainda segundo a polícia, a família dele não sabia do assassinato.

Kaio Claudino não tinha passagem por crimes e disse ser usuário de drogas, precisamente cocaína. Ele foi preso em casa, no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus.

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