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Pai que m@tou filho de 3 anos está isolado na pr1sã0 em Manaus com risco dos detent0s ‘passarem o sal’

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Fernando Batista de Melo, de 45 anos, preso por cometer um dos crimes mais chocantes registrados em Manaus em 2026, encontra-se sob ameaça de morte dentro do sistema penitenciário de Manaus. Segundo informações, facções criminosas prometem “fazer justiça com as próprias mãos” contra o detento.

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Melo é investigado pela morte do próprio filho, Manoel Franco de Lima Neto, de apenas 3 anos. O crime ocorreu na noite da última quinta-feira (22), na residência do avô da criança, localizada na rua São Marçal, no bairro Cidade de Deus, Zona Norte da capital. A criança foi asfixiada.

Em entrevista à imprensa, a advogada Nicolly Menezes, atuando como assistente de acusação no caso, confirmou a existência de ameaças direcionadas a Fernando, sendo necessário o isolamento dele com outros presos. Ela também contestou eventuais tentativas de retratá-lo como uma pessoa mentalmente transtornada.

“Ele é uma pessoa inteligente, plenamente consciente de seus atos”, afirmou a advogada. Segundo a acusação, após cometer o crime, Melo tentou suicídio e enviou um áudio direcionado a um filho mais velho, que mora em outro país, antecipando que o material seria divulgado. Para a defesa da vítima, esses atos fariam parte de uma estratégia premeditada para, no futuro, sustentar uma alegação de insanidade mental.

A prisão preventiva de Fernando Batista de Melo foi decretada no último sábado (24), durante audiência de custódia. Ele foi capturado pela polícia em uma área de mata na Zona Oeste da cidade. Mesmo durante o período em que estava foragido, o acusado já era alvo de ameaças de morte feitas por facções através de redes sociais.

De acordo com apurações, a motivação do crime estaria ligada à cobrança de pensão alimentícia, agravada pela recusa da mãe da criança, separada de Melo há mais de três meses, em retomar a relação conjugal.

Diante do risco iminente, foi montado um esquema de proteção dentro da unidade prisional, incluindo o isolamento do detento, enquanto outras medidas de segurança são avaliadas. Até o momento, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) não se pronunciou oficialmente sobre a situação.

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