Mulher é condenada por mentir sobre câncer terminal e arrecadar mais de R$100 mil em doações

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A mulher disse que tinha um câncer no cérebro e que tinha pouco mais de seis meses de vida. A mentira foi descoberta e ela, condenada.

Uma mulher, identificada como Megan Scotcher, de 28 anos, que fingiu ter câncer terminal e gastou mais de 16 mil libras esterlinas (cerca de R$ 114 mil) em doações foi condenada a 10 meses de prisão em Ripley, na Inglaterra.

A mulher criou uma página online de arrecadação de fundos alegando que médicos descobriram uma massa em seu cérebro, e que ela teria sido diagnosticada com câncer. A arrecadação ocorreu entre os meses de junho e dezembro de 2020.

O promotor Gurdial Singh disse que Scotcher foi diagnosticada com câncer quando era adolescente, mas entrou em remissão. No ano passado, ela disse à família que tinha voltado e que era terminal. “Uma página no GoFundMe foi criada e houve publicidade no Derby Telegraph e depois no jornal The Sun sobre a situação dela”.

A mãe da ré foi à escola junto com os netos e Scotcher, e também arrecadaram 2,3 mil libras esterlinas (cerca de R$ 16,6 mil). “Em outubro do ano passado, a ré disse à mãe que tinha uma massa no cérebro e só viveria até janeiro”. Mas a mulher ficou desconfiada quando a filha a fez esperar do lado de fora das consultas do hospital. Ela costumava dizer que não poderia ir até lá por causa da Covid-19.

“A mãe da acusada então tentou entrar em contato com o oncologista responsável pela filha, mas ele não existia”. Singh disse que Scotcher, agora mãe de três filhos, que deu à luz uma filha há apenas dois meses, tentou se suicidar.

Scotcher, que não tem condenações anteriores de qualquer tipo, anteriormente se declarou culpada de fraude por link de vídeo em uma audiência no mesmo tribunal em 3 de junho. Ela disse à polícia que se endividou com um ex-parceiro.

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