Médico se recusa a atender pacientes petistas: ‘vai morrer, não vou ajudar’; ouça áudio

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MATO GROSSO DO SUL | O médico Ygor José Saraiva, diretor clínico de um hospital no interior de Mato Grosso do Sul, se recusou a atender pacientes petistas.

Em áudios vazados nessa quinta-feira (3) o médico declara que os pacientes podem morrer na fila de atendimento.

“O Lula é bandido e quem vota em bandido, bandido é. Se votar no Lula e chegar morrendo lá no hospital, vai morrer. Não vou ajudar”, disse Ygor em mensagem vazada nas redes sociais.

Os áudios teriam sido gravados no dia anterior às eleições, afirma a defesa do médico, que assume a veracidade da gravação. A defesa alega ainda que a fala infeliz tinha sido uma ‘brincadeira’ entre ele e o irmão, mas que acabou vazando na Internet.

Após a repercussão negativa, o médico se pronunciou nas redes sociais.

“Nunca fiz distinção de nenhuma pessoa que me procurou, tanto no meu período de serviço e até mesmo nos meus dias de folga. Faço meu trabalho da melhor forma possível, vou continuar cada vez me empenhando mais. Não faço e nunca vou fazer distinção de ninguém”, pronunciou-se Saraiva.

O diretor do hospital, Norberto Fabri, disse que recebeu já está ciente da denúncia.

“Enviamos para o nosso jurídico e assim que tivermos uma resposta iremos tomar as atitudes necessárias”, falou.

Já o CRM-MS (Conselho Regional de Medicina) afirmar que ainda não recebeu a denúncia formalmente, mas assim que recebida abrirá uma sindicância para apuração dos fatos.

 

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