Juíza afirma que há ‘atos similares à anarquia’ em frente ao CMA e que ilegalidades continuam

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Em novo despacho após fiscalização dos órgãos competentes pela manhã de quarta-feira (16), em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA), a juíza federal Jaiza Fraxe afirmou que ainda há ilegalidades e mais fiscalizações serão feitas. Segundo ela, foi presenciado “atos similares à anarquia’ e os autores serão identificados.

A juíza afirma que, após a fiscalização, o trânsito voltou a ficar congestionado porque os bolsonaristas voltaram a estacionar em lugares não permitidos. Jaiza diz que há o oferecimento de “alimentação e bebidas suspeitas” e que foi verificado desobediência às leis e à Constituição.

Insatisfeitos com a derrota de Jair Bolsonaro, os presentes ainda pedem intervenção militar. Vídeos divulgados ontem mostram ainda alguns manifestantes agindo com deboche sobre a presença do Conselho Tutelar e ainda xingando alguns agentes.

Moradores de condomínios ao redor também denunciam que após a saída dos órgãos, o volume de som voltou a ficar nas alturas e que as crianças foram embora assim que os bolsonaristas viram a polícia chegando.

Por conta disso, Jaiza disse que todos os dias serão verificadas essas questões e os pais ou responsáveis por menores de idade em risco, com perda de aula e em situação de rua, mesmo possuindo lares, serão autuados. Um agente vai atuar como perito no local para realizar fiscalização contínua e verificação se será colocado um gerador de luz como foi informado durante a fiscalização feita pela juíza.

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