Três festas clandestinas com mais de mil pessoas são fechadas pela CIF em Manaus

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Os agentes da Central Integrada de Fiscalização (CIF) flagraram aglomerações em bares e fecharam seis eventos entre a noite de sábado (4) e a madrugada deste domingo (5).

Do total de locais fechados, três eram festas clandestinas com divulgação nas redes sociais. Juntos, os eventos reuniram aproximadamente 1.500 pessoas.

O Secretário de Segurança Pública do Amazonas, general Carlos Alberto Mansur, reforça que a atuação da CIF colabora para a redução dos casos da Covid-19.

Ao chegarem em uma casa de show no bairro Japiim, zona Centro-Sul, policiais e fiscais flagraram grande aglomeração de pessoas com salão de dança, que não é permitido no decreto estadual que prevê as regras de prevenção a Covid-19. O evento era clandestino.

O Corpo de Bombeiros constatou, ainda, que o estabelecimento tinha fiações expostas, hidrantes com defeito, erro na saída de emergência e alarmes de incêndio inoperantes.

O primeiro Sargento dos Bombeiros, Newton David Henchen, afirma que o estabelecimento foi notificado por irregularidades que colocam em risco as pessoas.

Na avenida Max Teixeira, no bairro Cidade Nova, zona norte, os agentes fecharam a festa clandestina chamada de baile do R7. Os responsáveis foram autuados por permitir mais de três músicos no palco, possuir pista de dança, gerar aglomeração e por funcionar como casa de show durante período de pandemia, o que não é permitido.

Também no Vieiralves, um bar foi notificado por ausência de extintor de incêndio. Um bar localizado na avenida Coronel Teixeira, Ponta Negra, zona Oeste, foi autuado por aglomeração, presença de menores, venda de bebida alcoólica, grande parte das pessoas sem máscara e desrespeito à lei do consumidor.

A CIF, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), conta com apoio das polícias Civil (PC-AM) e Militar (PMAM), Corpo de Bombeiros (CBMAM), agentes do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), Visa Manaus, Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) e Instituto Estadual de Defesa do Consumidor (Procon-AM).

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