Gil Romero pediu perdão, mas os pais da grávida Débora Alves negaram após ele ser condenado a mais de 63 anos de prisão pela morte dela. Mãe e pai disseram que ele não será perdoado. Somente por Deus.
Paula Cristina, mãe da vítima, disse que não pode perdoar. O neto dela, Arthur, que estava para nascer, também foi morto. “Ele pediu perdão, mas eu não perdoei. O perdão não vem de mim, vem de Deus. Em nenhum momento ele falou a verdade”.
“Nós perdemos a Débora. Eles estão vivos, mas nós estamos um pouco felizes porque a Justiça está sendo feita. O pedido de perdão do José Nilson foi de coração. Senti porque ele estava chorando. O outro (Gil Romero) não. Ele estava falando conosco como se estivesse falando com pessoas num bar. Sem emoção. Uma pessoa fria. A gente não via arrependimento. Não tinha e nem tem”, relatou José Júnior.
A mãe disse que a dor é eterna. “Eu não queria estar aqui, eu queria estar em casa com a minha filha e meu neto. Eu não queria nada disso. Mas agradeço a cada um de vocês pelo apoio à minha família.”
“Nós perdemos a Débora. Eles estão vivos, mas nós estamos um pouco felizes porque a Justiça está sendo feita. O pedido de perdão do José Nilson foi de coração. Senti porque ele estava chorando. O outro (Gil Romero) não. Ele estava falando conosco como se estivesse falando com pessoas num bar. Sem emoção. Uma pessoa fria. A gente não via arrependimento. Não tinha e nem tem”, relatou José Júnior.
José Nilson, o comparsa, pegou 17 anos.




