Família de travesti amazonense morta em SP clama por justiça durante velório da vítima

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A família da travesti Verônica Martinelly conseguiu o translado do corpo da cabeleireira morta em São Paulo a facadas, na madrugada do dia 25 de fevereiro. Sepultada nesta terça-feira (1), a luta agora é por justiça.

Durante o velório, no bairro São Jorge, zona Oeste, uma tia da vítima que pediu para não ser identificada disse que todos estão revoltados. “A gente quer Justiça, que prenda ele. Que a morte dela não fique impune.”

O suspeito de matar Verônica é o companheiro dela, Kelvin Barkleu Muniz dos Santos, que está foragido na capital paulista. A Polícia Civil procura por ele e ainda não sabe a motivação do crime.

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