‘Eu quero a verdade’, diz sargento e pai de uma das vítimas da chacina em carro na AM-010

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O sargento Alessandro da Silva Melo, pai de Alexandre do Nascimento, de 29 anos, uma das vítimas da chacina ocorrida no ramal Água Branca, na AM-010, em Manaus, deu uma entrevista para uma emissora nesta quarta-feira (22) e informou que o caso ainda é um mistério.

Segundo ele, o filho com a esposa, a nora Valéria Luciana, de 22 anos, foram vistos com vida pela última vez ainda na noite da terça-feira (20), entre 22h e 23h. Pela manhã de quarta, a família estranhou não vê-los mais e ligou para Alessandro.

“Eu quero saber o que realmente aconteceu. Não tô aqui para defender ninguém, mas eu quero a verdade”, disse o sargento, que informou que a primeira informação era de que o filho havia sido abordado e preso, mas depois os vídeos surgiram e ele soube do afastamento dos policiais.

“No primeiro momento, sem esses vídeos ainda, a gente estava sem saber, sem entender. De tarde os vídeos estouraram. Conversei com o delegado e ele falou que isso era ‘muita merda’. Tá ali o vídeo, a placa, a viatura, e eles foram vistos por último com os policiais”, apontou o sargento.

Os policiais usavam balaclavas pretas, idênticas às encontradas com as vítimas. Eles assumiram a abordagem, mas disseram que liberaram as vítimas em seguida.

Alessandro confirmou que o filho trabalhava como Uber. A motivação do crime ainda não foi apontada pela Polícia Civil.

 

 

 

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