Justiça penhora R$ 7 milhões de Belo para pagar dívida com Denilson

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A Justiça de São Paulo determinou que seja feito um depósito judicial de R$ 7 milhões que seriam pagos a Belo após um show, para que o dinheiro pague uma antiga dívida do cantor com o ex-jogador Denilson.

 Na terça-feira, a 5ª Vara Cível do Foro de São Bernardo determinou que sejam enviados ofícios às empresas que estão vendendo ingressos do show de Belo marcado para o dia 20 do próximo mês.

A ordem do tribunal é de que as empresas façam o depósito judicial “até o limite do valor incontroverso do débito”, avaliado em R$ 7.004.586,00. 

Advogado do artista, Marcelo Passos ressaltou que, no momento, o valor está sob revisão do tribunal e não há bloqueio da receita bruta do show. O que existe é uma penhora de parte dos valores que seriam destinados ao cantor.

TRETA

Na década de 1990, Belo e Denílson eram amigos e esta amizade acabou se transformando em parceria comercial. No ano de 1998, o ex-jogador comprou os direitos da banda de pagode Soweto, que tinha o cantor como vocalista – a banda despontava no cenário musical pelo Brasil, com músicas como “Farol das Estrelas”, “Não Foi A Toa” e “Tudo Fica Blue”, pertencentes ao álbum “Farol das Estrelas”. Belo acabou deixando o grupo em 2000.

Depois da saída de Belo do Soweto em 2000, Denílson, então detentor dos direitos da banda, acionou a Justiça, alegando contra o cantor a quebra de contrato, danos morais e outros prejuízos. Nos autos, a defesa de Belo, na oportunidade, alegou que o cantor nunca reconheceu Denílson como detentor dos direitos da banda e que o mesmo não recebeu no período aportes financeiros do ex-jogador.

Após quatro anos de tramitação do processo, o TJSP deu ganho de causa ao Denílson, condenando Belo a pagar R$ 388 mil na época. Como o valor não foi quitado até agora, mesmo com ordens de bloqueio e penhora dos bens do cantor, e o trânsito da ação, a quantia continua crescendo em razão das devidas correções monetárias.

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