Grupo de dança amazonense participa de Festival de Dança de Joinville

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A Instituição Cultural Arte Sem Fronteiras confirmou presença na 38ª edição do Festival de Dança de Joinville, em Santa Catarina, após participar de um processo seletivo. O grupo vai apresentar 11 coreografias no festival, sendo quatro em palco principal e sete em palco aberto.

As coreografias foram montadas pelo produtor cultural e fundador da companhia, Wilson Júnior, e conta com 40 pessoas, entre bailarinos, técnicos e acompanhantes. Em 2021, o evento será realizado de 5 a 16 de outubro em formato híbrido, com eventos presenciais e virtuais, devido à pandemia da Covid-19.

Segundo o coreógrafo Wilson Júnior, o processo de criação das coreografias precisou passar por algumas adaptações, mas isso não diminuiu a vontade da companhia em buscar mais uma participação no festival.

“A pandemia tem sido um grande desafio para o Arte Sem Fronteiras. Nós fizemos algumas mudanças em nosso local de ensaio para receber os bailarinos, por exemplo, uso obrigatório de máscara, álcool em gel e cada um precisou trazer seu material de higiene. Não foi fácil, mas conseguimos superar essas adversidades. Vamos representar o Amazonas em Joinville e temos certeza que voltaremos com grandes vitórias”, disse.

Além de levar coreografias de boi-bumbá e carimbó, em defesa da cultura popular, o Arte Sem Fronteiras terá participação especial do Corpo de Dança de Maués (CDM) e do grupo Porantim na apresentação de um espetáculo sobre a lenda do guaraná, uma das histórias mais famosas da Amazônia.

Ambos os grupos somam participações no Festival Folclórico de Parintins, o CDM pelo Boi Caprichoso e o Porantim pelo Boi Garantido. A coreografia foi montada Djalma Cardoso, em parceria com Jucy Cardoso, e teve supervisão geral de Wilson Júnior.

Ação solidária

O Arte Sem Fronteiras vai promover no dia 6 de setembro o concurso Majestade Junina Solidária com o objetivo de conseguir recursos para custear a viagem dos bailarinos para Joinville. O evento vai acontecer na sede do Rio Negro Clube, localizado na avenida Epaminondas, bairro Centro, zona Sul de Manaus.

A realização do evento é fruto de uma parceria do Arte Sem Fronteiras com a União Amazonense de Quadrilhas Juninas (UNAQJ) e da União Amazonense Folclore na Veia, e tem incentivo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (SEC) do Amazonas. 

O evento será transmitido internacionalmente pelo Facebook e no canal oficial do YouTube da União Amazonense Folclore na Veia junto com o Toronto Brazilfest. Wilson Júnior também reitera que o concurso é uma forma de valorizar as aulas de rainhas e damas juninas, promovidas pela instituição.

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