O delegado Jorge Arcanjo, titular da 74ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Borba (a 151 quilômetros de Manaus), no interior do Amazonas, informou nesta sexta-feira (21) em coletiva de imprensa que as sete pessoas presas no município, envolvidas na divulgação de notícias falsas, faziam diversas vítimas, não escapando nem instituição religiosa.
De acordo com o delegado, nas publicações eles afirmavam que as vítimas tinham HIV e divulgavam outras informações inverídicas. Para isso, cobravam entre R$ 50 a R$ 200 para remover as publicações.
A autoridade policial explicou ainda que os integrantes do grupo, que possuíam um perfil nas redes sociais, havia uma mulher. Em um único dia, foram mais de 60 denúncias contra o grupo.
Uma das vítimas eles exigiram que ela tivesse relação sexual com outra pessoa, em troca da informação falsa não ser divulgada. De acordo com o delegado, isso só não aconteceu porque aconteceu a prisão.