Camareira finge que tem leucemia, consegue doações e colegas denunciam: ‘fizemos tatuagem’

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Uma camareira de 26 anos, identificada como Débora Barros dos Santos, é suspeita de fingir ter leucemia para aplicar golpes em colegas de trabalho.

Segundo o colega de trabalho da jovem, Matheus Milagre, de 25 anos, a camareira pedia dinheiro para fazer exames e comprar remédios. Ele acredita que, ao menos, 200 pessoas a ajudaram, com valores diferentes.

Amigas chegaram a tatuar o nome da suspeita como forma de homenagem. Duas delas, que optaram por não se identificar, afirmam que estão se sentindo traídas e decepcionadas.

“Ela é madrinha do meu filho. Estou me sentindo triste, magoada, traída. A gente confia na pessoa, ajuda de coração e acontece essa coisa. Eu nunca esperava isso dela, nesses 4 anos que eu a conheço”, disse uma das vítimas do golpe.

A mulher disse ainda que pretende remover a tatuagem, mas jamais vai esquecer da ‘traição’ da colega.

A desconfiança surgiu após a jovem alegar que fazia cirurgias e quimioterapia, mas continuar trabalhando normalmente.

“Ela fazia a cirurgia para retirada dos coágulos na cabeça, tinha até paradas cardíacas e no outro dia estava na empresa para trabalhar. Falava que fazia quimioterapia e apresentava estar bem fisicamente. Então, algumas atitudes fizeram elas desconfiarem até que um dia ela foi pressionada a falar a verdade, já que nunca havia apresentado nenhum exame onde comprovava a veracidade da doença”, descreveu a comadre da golpista.

Foi aí que mais de 50 pessoas se reuniram em um grupo do Whatsapp e decidiram denunciar a jovem.

O paradeiro de Débora ainda é desconhecido, mas a família alega que ela está internada em um hospital.

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