Tragédia: Homem morre esmagado ao cair de brinquedo, em parque de diversões

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Segundo funcionários do parque, ele teria tirado a grade de proteção de ficado em pé no brinquedo. A polícia investiga.

Um homem, de 29 anos, morreu após cair de um brinquedo e ser esmagado pela estrutura em um parque de diversões em Itu (SP). O acidente ocorreu na noite de quinta-feira (28). Outras cinco pessoas ficaram feridas.

De acordo com o dono do parque, o brinquedo “Superman”, que faz movimentos no ar com as pessoas sentadas, estava em funcionamento quando o homem, identificado como William Ribeiro de Oliveira retirou a grade que prende os bancos e decidiu ficar em pé. Ao ver o homem em pé, o operador decidiu parar o brinquedo, momento em que William caiu e foi prensado pela estrutura. A Polícia Civil vai investigar se houve falha no brinquedo.

No entanto, o irmão de William, Gabriel Ribeiro de Oliveira, que também estava no brinquedo, afirmou que o operador não parou o brinquedo. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Vila Martins, mas não resistiu e morreu. A causa da morte foi por politraumatismo.

Mais feridos

Outras cinco pessoas, entre 19 e 28 anos, que desceram da atração para ajudar o rapaz, também se feriram. De acordo com a polícia, elas foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pelo Corpo de Bombeiros e levadas para diferentes unidades de saúde do município.

Um vídeo feito por visitantes do parque mostra o momento após o acidente. Nas imagens, é possível ver muitas pessoas correndo e gritando, e outras tentando ajudar William.

Investigações

Uma perícia será feita no local para determinar as causas do acidente. A Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar passaram a noite toda no local, trabalhando no resguardo da área.

A Polícia Civil informou que já ouviu as pessoas envolvidas e vai juntar os depoimentos delas com os detalhes da perícia para identificar o que realmente aconteceu. A princípio, o caso é investigado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e lesão corporal culposa.

Conforme a delegada Marcia Pereira Cruz, mais envolvidos e possíveis testemunhas também serão ouvidos. Além disso, foi solicitada uma perícia especializada na área de engenharia, que deve ser feita nesta sexta-feira (29). O inquérito tem um prazo de 30 dias para ser concluído.

A delegada explica que o parque tinha toda a documentação necessária para funcionar e que já esteve na cidades outra vezes, sem nunca ter se envolvido em problemas anteriormente.

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