Menino de 9 anos morre durante aula recreativa em piscina da escola onde estudava

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A polícia investiga as circunstâncias da morte da criança, que aparentemente pode ter desmaiado antes de afundar na água.

Um menino, de 9 anos, morreu enquanto realizava atividades com os colegas em na piscina da escola particular onde estudava, que fica no litoral de São Paulo. O caso ocorreu por volta das 15h30 da última quarta-feira (17), no Colégio Luiz Júnior.

De acordo com a Polícia Militar, uma equipe foi acionada e quando chegou ao local, o garoto já estava desmaiado. A polícia trabalha com a hipótese dele ter sofrido um mal súbito antes de afundar e ser socorrido pela professora.

Segundo a polícia, a criança estava em uma piscina recreativa da escola, brincando com outras crianças quando, de repente, “mergulhou”.

A piscina onde ocorreu o acidente é considerada rasa. Ela tem cerca de 70 centímetros de profundidade, o suficiente para que uma criança de 9 anos fique em pé, com boa parte do corpo para fora. Imagens das câmeras de monitoramento da escola, que estão sendo analisadas pela polícia, mostram o momento em que ele pula na água, brincando com os colegas da 5ª série do Ensino Fundamental, quando se aproxima da borda e, repentinamente, afunda.

Os agentes prestaram os primeiros socorros no local, levando em seguida a criança ao CREI (Centro de Referência em Emergência e Internação de São Vicente). Ela não resistiu e morreu no hospital.

O caso foi registrado no 3º Distrito Policial de São Vicente, sob a indicação de “morte suspeita”. Uma testemunha informou aos investigadores que a mãe do menino havia comentado que ele, na semana passada, foi acometido por um desmaio, sem causa aparente.

O delegado que investiga o caso, Norberto Donizeti Bergamini, disse que existe a probabilidade dele ter desmaiado na piscina, antes de afundar na água. “Já instauramos o inquérito policial que irá analisar as circunstâncias da morte do menino”, afirmou o delegado. “Aparentemente, a criança teve um mal súbito, mas essa confirmação dependerá dos resultados do laudo necroscópico”.

A escola se manifestou pelas redes sociais:

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