Amom Mandel e suas ‘encenações’ dentro da política amazonense

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Amom Mandel, atual vereador de Manaus e candidato a deputado federal pelo Cidadania nas eleições 2022, tem se mostrado uma criança mimada e com dificuldade de dialogar. Essa situação fica cada vez mais evidente durante tratativas com seus colegas de palanque na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

O candidato é conhecido por ser descendente de Juristas do Amazonas, a família Chalub. Neto de Domingos Jorge Chalub presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), filho da juíza Elza Vitória, que é casada com Mário de Mello, o conselheiro-presidente do TCE-AM. Amom já foi acusado diversas vezes de usar sua família para se promover em meio a campanha eleitoral.

Amom cresceu em berço de ouro, cercado de pessoas que costumam fazer suas vontades. O aporte financeiro, e a influência da família Chalub foram decisivos na caminhada de Amom que se tornou vereador aos 19 anos. Apesar da pouca idade, Amom é um político à moda antiga pois faz parte de um grupo que já esteve no poder em várias ocasiões, com um histórico de polêmicas.

Apesar do histórico familiar, Amom Mandel tenta passar a imagem de um personagem incorruptível, dedicado a temas como o combate à corrupção e o desperdício de dinheiro público, não usa verba de gabinete, é contra o “Cotão”.

Os marqueteiros contratado pela família Chalub, trabalham na construção da figura de um herói e querem mostrar um jovem solitário lutando sozinho contra forças malignas. A equipe do candidato chegou a forjar um atentado, de acordo com eles, enquanto a equipe fazia um trabalho de fiscalização, foram alvos de ataque a tiros.

Sobre seus feitos, Amom insiste em constantemente atacar o prefeito de Manaus, David Almeida. Apesar do mesmo ter sido eleito com 84% de aprovação, ainda assim, o vereador se esforça em transformá-lo no vilão de uma história criada na cabeça dele e porque não dizer, inventada pela sua assessoria, equipe de marqueteiros ou família Chalub.

Em sua candidatura como Deputado Federal, Amom tenta transformar sua campanha eleitoral em uma luta entre ‘O bem e o mal’. Agindo dessa forma, o candidato foge de apresentar a população propostas e ideias para beneficiar seu eleitorado.

No parlamento ou nas redes sociais, os discursos do candidato parecem ser roteirizados. Inclusive no plenáro da Câmara, Amom criticou um projeto de lei e ainda discutiu com colegas. Além disso, voltou a atacar o prefeito e o acusou de passar algo às escondidas. Depois de todo o show, votou a favor do PL que tratava da reestruturação da Ouvidoria do Município.

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