Amazonense viraliza com Carnaval de maquetes em homenagem à cadela falecida

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Dizem que amar um cão de estimação pode ser tão intenso quanto amar um filho. E se alguém duvida disso precisa conhecer a história do contador amazonense Paulo Afonso de Oliveira Sarava, 48 anos, que está com mais de 100 mil visualizações no TIKTOK após gravar um desfile de Carnaval com maquetes para homenagear a cadela Pimpim, que morreu de cinomose.

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O vídeo gravado pela sobrinha fez muita gente rir e chorar. “A Pimpim era companheira, estava ao meu lado até quando ia levar o lixo na rua. Ficava me vigiando. Ela prestava atenção em tudo, era um ser humano mesmo”, explica Saraiva, que ficou sete anos com a cadelinha. “Ela cuidava muito bem da nossa família, era minha filha mesmo”.

Pimpim viveu por cerca de dez anos com a família em MANAUS. A doença e a morta abalaram a família, que fez um desfile de maquetes em casa e gravou um samba com ajuda da Primos da Ilha.  “Fizemos de tudo, não deu para salvar”, lamenta ele.

“Um senhor fez um desfile em homenagem a cachorra que faleceu. Não existe declaração de amor mais potente do que essa”, elogiou um tuiteiro.

As maquetes feitas em casa foram elogiadas pela perfeição. “Tudo em prol do amor que a gente teve por ela. É uma homenagem, é um amor que a gente teve por ela durante toda a vida. Ela protegeu a gente de todo mal”.

Da comissão de frente até a última ala, tudo tem ligação com a história de Pimpim. “Aí vem a ala das baianas, que representam a mãe natureza. A alegoria é a mãe natureza trazendo a Pimpim para a minha residência. Coloquei como residência a floresta: nós éramos os habitantes da floresta e a natureza trouxe para a gente a Pimpim”.

Ficará para sempre o amor à Pimpim e o gesto de simplicidade de quem realmente viveu uma verdadeira história de dedicação e cumplicidade. “É muito gratificante, porque a gente vê que muitas pessoas gostam de animais. Estão parabenizando pelo trabalho, pelo que a gente fez para homenagear um animal que fez parte da nossa família. Para mim ela era uma filha, eu tratava ela como filha.”

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