Omar Aziz apresenta queixa-crime contra Yara Lins na PF, CGU, PGR e Receita Federal

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O senador Omar Aziz resolveu atacar em várias frentes a conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e apresentou denúncia contra ela na Polícia Federal, Controladoria Geral da União, Procuradoria Geral da República e Receita Federal. Enriquecimento ilícito, nepotismo, lavagem ou ocultação de bens e sonegação fiscal estão na lista de crimes que Omar afirma serem cometidos pela conselheira.

O senador cita nominalmente a irmã de Yara, Naide Lins Santos, e a nora, Adria Gomes (mulher do deputado Fausto Júnior), que de acordo com ele foram presenteadas com cargos de chefia no TCE com salários de R$ 15,2 mil e R$ 14,2 mil, respectivamente.

Aziz também afirma que Yara esconde bens em nomes de outras pessoas, e aponta que a filha de Yara, Tereza Raquel de Souza, “suspostamente através de valores recebidos da mãe”, é sócia da empresa T R Rodrigues Baima Rabelo e abriu a oentro Universitário Unyvi.

O senador relata imóveis em condomínio de luxo adquiridos pela família, em nome de  Yara Lins, Tereza Raquel e Fausto Júnior em Manaus. E ainda aponta os carrões do irmão de Yara, José Rodrigues Neto. Desde o depoimento do deputado Fausto Júnior na CPI da Covid o senador Omar Aziz tem “enquadrado” a conselheira.

OUTRO LADO

Nesta quinta-feira a Conselheira emitiu nota negando todas as acusações. Ela afirma que é vítima de perseguição por parte do senador, e que nada será provado contra ela:

Recebi com indignação as tentativas de intimidação do senador Omar Aziz (PSD) contra mim e minha família.

Retidão é a palavra que define os meus 46 anos de vida pública. Nesses anos, combati a corrupção e a má gestão, sempre de forma a atender a legislação e os princípios da administração pública.

Como mulher, nascida numa geração com ainda mais preconceitos que a atual,estou habituada a provar a qualidade e a correção das minhas condutas profissionais, e graças a elas alcancei, pela primeira vez na história da instituição a qual sirvo, a mais elevada cadeira, a de Conselheira e, ainda, a Presidência.

Uma perseguição política, vazia de fundamentos jurídicos, baseada em uma narrativa fantasiosa de declarações e suposições de documentos incorretos, incompletos e de origem incerta, tem o único objetivo de tentar macular minha imagem.

Mais uma vez travo batalhas e, como mãe de família e cristã, não me intimido. Tenho a consciência limpa, com plena confiança na justiça divina e do meu país.

Informo que as medidas judiciais cabíveis ao caso estão sendo tomadas. Defenderei minha honra e continuarei firme na minha atuação, fiscalizando o mau uso do dinheiro público de forma implacável.

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