Além das rifas ilegais, Lucas Picolé foi preso por tráfico de drogas e ainda foi pego com munições de fuzil

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O delegado Cícero Túlio, titular do 13° Distrito Integrado de Polícia (DIP), disse que o influenciador digital João Lucas da Silva Alves, o Lucas Picolé, um dos presos na Operação Drama, deflagrada nesta quinta-feira (29), foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas e adulteração do sinal de identificação de veículo automotor.

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Influenciadores Lucas Picolé e Queixo são presos pela PC por venda de rifas ilegais em Manaus

O influenciador de Manaus, que ostentava nas redes sociais com carros de luxo e viagens, foi preso em casa no bairro Novo Aleixo, Zona Norte, onde a polícia encontrou cerca de 170 unidades da droga denominada LSD, além de munições de fuzil, que eram usadas em fotos.

De acordo com o delegado, a droga foi encontrada dentro de um dos carros apreendidos de Lucas, que ainda jogou o celular e a chave de outro veículo para o telhado. “Durante o procedimento de apreensão desses veículos foi encontrado no interior dessa BMW uma cerca quantidade de material entorpecente do tipo sintético, além de munições de fuzil, ele que ostentava nas redes sociais fotografias com fuzil, e também uma motocicleta com sinais de adulteração”, disse Cícero Túlio.

Também houve um mandado de busca e apreensão na loja de roupas Lucca Conceito, no Parque 10, Zona Centro-Sul de Manaus, pertecente ao influenciador, onde foram apreendidos mais de uma tonelada de produtos falsificados. “Além de notas e cupons que atestam o recebimento dos valores decorrentes da prática da pirataria“, apontou o delegado, ressaltando que outros influenciadores também podem ser presos.

Além de Picolé, também foi preso o amigo dele, o influenciador Enzo Felipe da Silva Oliveira, o “Mano Queixo”. Os dois influenciadores são suspeitos de participarem de esquema fraudulento de rifas clandestinas e diversos crimes na capital. Entre eles estão estelionato, lavagem de dinheiro, associação criminosa, fraude no comércio, receptação qualificada, promoção de jogos de azar, publicidade enganosa e crimes contra as relações de consumo.

Os veículos eram rifados principalmente para os próprios amigos e depois devolvidos para os mesmos, sendo tudo armação, segundo investigação da Polícia Civil.

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