VÍDEO: PM imobiliza mulher com bebê no colo com mesmo golpe que matou George Floyd

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on google
Google+
Share on whatsapp
WhatsApp
Populares ainda tentaram interceder, mas foram empurrados por um dos policiais que participavam da agressão.

Uma jovem foi vítima de agressão policial e abuso de autoridade durante uma abordagem policial no município de Itabira (MG). Os policiais agrediram a mulher, que estava com dois filhos, um deles no colo. A ação foi gravada por câmeras de segurança e após serem compartilhadas em redes sociais, viralizaram.

O caso ocorreu na noite dessa sexta-feira (5), no Centro da cidade. Os policiais fazem a abordagem na mulher e em seguida usam a força para imobiliza-la com um golpe de joelho sobre o pescoço dela, semelhante ao golpe que matou George Floyd, nos Estados Unidos.

Ao ver a mãe sendo agredida pelos policiais, o filho mais velho dela, de aproximadamente 7 anos, tenta defender a mãe, mas é empurrado por um dos policiais. A população também tenta ajudar a mulher, mas é afastada pelos militares. Uma mulher então se oferece para pegar a criança do colo da vítima, que estava no chão abraçada à mãe.

O comando da PM local se manifestou: “Estamos recebendo algumas solicitações de informações referente fato ocorrido no início da noite na avenida João Pinheiro em Itabira. Estamos apurando os fatos e serão repassadas posteriormente as devidas informações”.

Ainda segundo a PM, o vídeo foi compartilhado foi gravado em um contexto de prisão em flagrante de um casal suspeito de estar portando uma arma de fogo, e que a mulher estaria usando o bebê como “escudo humano”, para impedir a apreensão da arma que estaria com ela, no entanto, mas imagens não foi possível identificar nenhum casal, nem mesmo de a presença de armas.

Marco Antônio Laje, prefeito de Itabira, usou as redes oficiais da prefeitura para se manifestar. “Com a responsabilidade de prefeito Municipal, manifesto minha repulsa diante das imagens. As lamentáveis cenas precisam ser apuradas com rapidez e rigor. Este não é o procedimento padrão das nossas escolas militares e do comando geral da corporação”, disse.

Leia Também