Dois homens presos pela Polícia Militar do Amazonas (PMAM) suspeitos de atirar contra um capitão da PM durante a preparação de um comício em Manaus afirmaram ter recebido uma ordem vinda do Rio de Janeiro para impedir o evento. A prisão ocorreu na noite desta quinta-feira (3), no bairro Novo Israel, Zona Norte da capital, e eles foram identificados como Guilherme Herculano Andrade e Eduardo Souza da Costa.
Os agentes das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) localizaram os suspeitos após uma denúncia anônima. Com eles, a polícia apreendeu três pistolas, munições, carregadores, balanças de precisão, celulares e drogas.
Segundo os presos, a intenção era fazer um disparo para o alto, mas o tiro acabou atingindo a área onde trabalhavam integrantes da campanha da Federação União Progressista. O capitão Israel Queiroz foi baleado e encaminhado a uma unidade de saúde. Ele não corre risco de morte.
Os dois homens e o material apreendido foram levados ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP).
O ex-governador e candidato ao Senado, Wilson Lima, classificou o ataque como uma “covardia” e um “atentado à democracia” em vídeo publicado no Instagram. Segundo ele, informações da inteligência da Secretaria de Segurança Pública informaram que a ação tinha ele como alvo.






