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Vídeo: Em Manaus, pres0 com p0rn0graf1a 1nfanti1l alega ‘trauma de infânc1a’ e busca ‘resolver problemas do passado’

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Um homem de 40 anos foi detido em flagrante pela Polícia Militar no bairro Redenção, Zona Centro-Oeste da capital amazonense, após a descoberta de um extenso arquivo contendo cenas de exploração sexual infanto-juvenil armazenado em seu telefone móvel. A ocorrência ganhou contornos de perplexidade durante a oitiva preliminar, quando o suspeito apresentou uma versão classificada pelos policiais como “perturbadora” para justificar a posse dos arquivos.

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Durante a fiscalização de rotina e a revista ao conteúdo digital do aparelho, os militares localizaram dezenas de fotografias e vídeos retratando menores de idade em contexto de nudez e atos sexuais explícitos.

Confrontado pelas autoridades sobre a natureza do material, o suspeito, cuja identidade é mantida em sigilo, alegou que as imagens serviam como um mecanismo para “resolver problemas do passado”. Em seu depoimento, narrou um episódio traumático da infância, uma suposta relação com uma vizinha aos nove anos de idade, que culminou em severa punição física aplicada por seu genitor.

“Eu tive que voltar na infância para poder resolver esse problema… eu com 40 anos conversava tipo com uma criança”, declarou o homem, acrescentando que o consumo de substâncias psicoativas funcionava como um gatilho para essa “viagem de retorno” ao passado, como entorpecentes e cachaça.

Embora tenha negado veementemente a prática de abuso físico contra crianças, o indivíduo confessou sentir “satisfação” ao localizar registros de menores que guardassem semelhança física com a vizinha de suas lembranças infantis. Ele descreveu a conduta como uma compulsão “que precisa ser trabalhada”, admitindo que a vontade se intensificava significativamente sob o efeito de bebidas alcoólicas e entorpecentes.

Apesar de assumir o consumo do material, o homem resistiu à prisão e precisou ser contido. O suspeito, juntamente com o aparelho celular apreendido que passará por perícia técnica especializada, foi apresentado na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA). Ele responderá pelos delitos tipificados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), permanecendo recolhido à disposição do Poder Judiciário.

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