A SSP revelou nesta quinta-feira (5), a motivação do assassinato do professor da UFAM, Davi Said Aidar, 62 anos, morto a tiros em fevereiro deste ano, em Manaus. As desavenças que ele tinha com a vizinha, após abrir um bar e virar concorrente dela foi a causa do crime. A mulher pediu ao sobrinho agiota que matasse o professor, e o sobrinho chamou os credores e perdoou algumas dívidas para que eles o ajudassem.
O caso ocorreu no ramal Água Branca, na rodovia AM-010, km 35, no bairro Lago Azul, zona norte de Manaus. Juliana da Rocha Pacheco está foragid.
Estão presos o sobrinho, Lucas Santos de Freitas, vulgo “Lucão” ou “Magrão”, Antonio Carlos Pinheiro Meireles, conhecido como “TK”, que devia e R$ 750 a Lucas, Rafael Fernando de Paula Bahia, que devia R$ 10 mil a Lucas, e Emerson Sevalho de Souza devia R$ 200 a Lucas.
O delegado Adanor Porto, adjunto da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), disse que o professor teve a rotina monitorada. Juliana foi quem consegui a arma. Todos os presos tem passagem pela polícia.
A polícia solicita que qualquer pessoa que possua informações sobre Juliana ligue para (92) 98118-9535 e (92) 3667-7575; ou pelo 181, da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), além do 197 da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).




