A influenciadora digital Magrinha Ellen utilizou suas redes sociais na quinta-feira (29) para expressar frustração após a Justiça negar um pedido de medida protetiva contra seu ex-marido, Luan Barros. Em publicações emocionadas, ela declarou ser vítima de ameaças, intimidação e coerção, e criticou a resposta judicial, que classificou como insensível à sua situação.
De acordo com seu relato, esta não foi a primeira tentativa de garantir uma ordem de proteção. Ela afirma ter feito o pedido em ao menos três ocasiões, todas recusadas pela magistrada sob a justificativa de insuficiência de provas.
Em um trecho do desabafo, a influenciadora questiona publicamente os parâmetros exigidos para a concessão da medida. “Já tentei três vezes e não consegui. Parece que a pessoa precisa ser agredida fisicamente, esfaqueada, não sei em que estado precisa estar para ter direito à proteção. Estou tentando de todas as formas. A pessoa vir se pendurar no meu portão, me enviar mensagens ameaçadoras dizendo que vai vazar vídeos íntimos… isso não é considerado suficiente”, indagou.
Ela descreve um padrão de assédio que inclui ameaças diretas, mensagens ofensivas e tentativas de controlar sua vida pessoal e digital.
Relatos de perseguição e coerção
Nos stories do Instagram, Magrinha Ellen acusa o ex-companheiro de não aceitar o fim do relacionamento e de adotar comportamentos que configurariam perseguição e abuso psicológico.
A influenciadora detalhou que as mensagens possuem tom controlador e afetam sua segurança emocional e sua liberdade nas redes sociais. Ela também destacou o desgaste psicológico da situação e a discrepância entre a imagem pública do ex-marido e o comportamento que ela diz enfrentar no privado. “Só eu sei o que passei e ainda passo. Nas redes sociais ele parece um santo, mas na vida real é diferente. Não aguento mais ser ameaçada por qualquer coisa que eu posto”, complementou.
Após a repercussão, Luan Barros se pronunciou em suas próprias redes sociais, alegando que a ex-companheira estaria apresentando apenas um lado da história. Segundo ele, existem provas que sustentariam sua versão dos fatos e que o conflito teria se originado a partir de uma informação inverídica.
“Tudo isso começou com uma invenção, e eu tenho provas de tudo. Mas não vou expor aqui. Assim como ela diz que tem coisas para comprovar, eu também tenho. Não cabe a mim vir para a internet mostrar algo que não vai resolver”, declarou.
Luan afirmou que prefere tratar a questão através dos canais legais apropriados, evitando o embate público nas plataformas digitais.




