Uma mulher denunciou o Hospital Miguel Batista de Oliveira, em Itapiranga, por suposta negligência médica após dar à luz no dia 27 de outubro. Segundo ela, após receber alta, começou a sentir fortes dores na barriga, febre e dificuldade para se movimentar. No dia 29, percebeu que uma gaze havia sido deixada dentro do seu corpo durante o parto, causando dor intensa e complicações.
A paciente contou que voltou ao hospital, mas não foi atendida por um médico, recebendo apenas cuidados de um enfermeiro e remédio para a dor. Nos dias seguintes, ela não conseguia se sentar direito, amamentar a filha e continuava com dores fortes e febre.
No dia 9 de novembro, retornou ao hospital com sinais de infecção grave e precisou ficar internada por três dias, recebendo antibióticos, acompanhada da filha. Ela afirma que a falta de atendimento médico adequado agravou seu sofrimento e colocou sua saúde em risco.
Mesmo após a alta no dia 13 de novembro, a mulher continuou sentindo dores e sintomas de infecção, e denunciou que, em diversos momentos, apenas enfermeiros prestaram atendimento, sem acompanhamento de médicos. Ela busca responsabilização pela suposta negligência.


